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O ponto alto da celebração do
encerramento do bicentenário do nascimento de Santo António Maria Claret
aconteceu no dia 25 de Janeiro, com a celebração da Eucaristia no Centro
Pastoral Claret. Mas tudo começou, duas semanas antes.
Concurso
Foi lançado, às três paróquias do
Cacém, (Agualva, Coração de Maria, Mira Sintra e Centro Pastoral Claret), um
concurso sobre a “Vida e obra de Santo António Maria Claret”, para os
primeiros oito volumes da catequese.
Foram centenas de trabalhos que
chegaram às nossas mãos, o que dificultou a escolha dos premiados. É de
salientar o empenho dos catequistas, que se traduziu na confecção de alguns
trabalhos de excelente qualidade.
Catequese
No fim-de-semana, antes do dia 25, as
sessões de catequese tiveram como tema: “A vida de Claret”.
Aproveitou-se a exposição de cada
paróquia para se dar a conhecer melhor quem foi Santo António Maria Claret e
tudo isto foi precedido pela visualização de uma filme sobre o Santo.
Exposição
Comum a todas as paróquias foi a
exposição, que teve como base as palavras mais significativas da vida e
espiritualidade de Claret, num total de vinte e três palavras.
Estas foram distribuídas previamente
pelas diversas paróquias e posteriormente foi montada a exposição, através
da qual os visitantes tiveram oportunidade de conhecer melhor quem foi Santo
António Maria Claret.
Vigília de oração
Sábado, 24. Pelas 21H00, no Centro
Pastoral Claret, teve início a vigília de oração, aberta a toda a comunidade
das três paróquias.
Foi um momento de oração e de
descoberta. Depois de se dar a conhecer alguns aspectos da vida de Claret, a
vigília centrou-se no verdadeiro testemunho de amor e de entrega do Mártires
Claretianos de Barbastro.
Contou-se a história do “seminário
mártir”, graças à leitura de alguns testemunhos e à carta de despedida
escrita por Faustino Pérez à Congregação.
Quisemos dar a conhecer este
testemunho da história da Congregação, muitas vezes esquecido e pouco
conhecido.
Pedipaper
Tinha, como destinatários, os alunos
da catequese, a partir do 9º volume e alguns grupos de jovens. Abertas as
inscrições, houve quem aceitasse o desafio.
Pretendia-se dar a conhecer a “Família
claretiana”. Os participantes foram divididos em quatro grupos, que,
seguindo as pistas, teriam de encontrar os pontos de referência.
Foram focados quatro ramos da “Família
Claretiana”, presentes em Portugal: Missionários Claretianos, Filiação
Cordimariana, Missionárias de Santo António Maria Claret e a Procuradoria
das Missões (uma vez que não havia os Leigos claretianos).
Depois de uma manhã de correrias e
provas, chegou a hora do almoço partilhado. Um momento de convívio, de
conversa… interrompido pela visita à exposição montada no Centro Pastoral
Claret e pela preparação da Eucaristia final.
Eucaristia
Presidida pelo P. Abílio Ramos,
marcaram presença na mesma os PP. Artur Teixeira, João Luís Escaleira e
Joaquim Maia. Animou musicalmente a celebração o Grupo de Jovens da Agualva,
que inclui o Centro Pastoral Claret.
A homilia centrou-se em duas figuras
marcantes da Igreja: S. Paulo (pois nesse dia celebrava-se o bimilénio do
seu nascimento) e Claret (no bicentenário do seu nascimento).
Duas vultos missionários, separados no
tempo, mas com muito em comum: ambos verdadeiros arautos da Boa Nova,
testemunhas intrépidas de Jesus Cristo, cada um a seu modo.
Foram bastantes as pessoas que se
associaram a este evento. Antes de rumarem para suas casas, houve ainda
tempo de se congregarem no auditório para cantarem os “parabéns” a Claret e
saborearem o “bolo de aniversário”.
A todas aquelas pessoas que se
empenharam e tornaram possível este digno e jubiloso encerramento, o nosso
muito obrigado.
P. Joaquim Maia |