|
Preâmbulo:
Queremos sentir-nos todos desafiados pelos verbos acolher,
chamar, formar, ao longo deste triénio. Estas palavras de ordem
valem, primeiramente, para nós, claretianos:
Acolher o dom de Deus e o dom dos nossos irmãos;
Chamar (reavivar o chamamento recebido, assumindo os dinamismos
comunitários e congregacionais);
Formar, através de esmerada formação inicial, permanente e
especializada.
Estas palavras de ordem também valem para todos os destinatários da nossa
missão (paroquianos, alunos, colaboradores, jovens, imigrantes, pobres):
Acolher, através de atitudes pessoais e de estruturas e
processos pastorais de acolhimento; Chamar, consciencializando-os
sobre o seu lugar activo na Igreja;
Formá-los, para “com eles”, em missão partilhada,
servirmos mais eficazmente o Reino de Deus.
1.
Coordenação de Governo
Objectivo geral:
Coordenar as diversas áreas e iniciativas do
Governo Provincial, de modo a responder qualificadamente aos desafios que se
nos apresentam, tendo em conta a realidade da Província e as deliberações
capitulares
Objectivos específicos:
1. Elaborar o Projecto
Missionário da Província e nele corresponsabilizar todos os membros
|
Acções e compromissos |
Tempo |
Responsáveis |
|
a)
Constituir um grupo de trabalho que estude a realidade e apresente
uma proposta. |
2008 |
Superior Provincial |
|
b)
Envolver neste processo todas as comunidades e obras a nós
confiadas:
·
Na visita às comunidades e
obras
·
Retiros de comunidade |
Triénio |
Superior Provincial, Prefeitos e
Coordenador do grupo de trabalho
Governo local |
|
c)
Reunir o Conselho Permanente. |
25 Março 2008
Sempre que se justificar |
Superior Provincial |
|
d)
Reunir a Assembleia Provincial para dialogar sobre a proposta do
Projecto Missionário:
. em Portugal
. em Angola e São Tomé |
Páscoa 2009
Junho
2009 (no fim da visita canónica) |
Superior Provincial |
|
e)
Adequar este Projecto às orientações do XXIV Capítulo Geral (Agosto
2009) e apresente-se esboço para o XII Capítulo Provincial (Páscoa
2010). |
Out. - Nov. 2009
Dez. 2009 – Jan. 2010 |
|
|
f)
Proceder à revisão de posições, à luz dos seguintes
critérios: qualidade de vida humana e espiritual dos Claretianos,
necessidades locais, interculturalidade, missão na perspectiva dos
pobres e dos excluídos, promotora de leigos compro-metidos e de
novas vocações, especial-mente à Congregação [Cf. ACF 4.1]
·
Encontro das comunidades
do Norte
·
Dialogar na zona do Cacém,
Agualva e Mira-Sintra
·
Encontro das comunidades
de Lisboa (Cúria Provincial e Colégio Universitário Pio XII) e
Setúbal
Dialogar com os bispos diocesanos.
Partilhar
a missão com os leigos (AFC 5).
Reforçar a comunhão com as Missioná-rias
de Santo António Maria Claret, com a Filiação Cordimariana e com
outros agentes de evangelização (IMAG). |
Triénio
2007
2008
2009
Triénio
Triénio |
Governo Provincial
Responsáveis de Obras e Posições
Apostólicas |
2.
Criar e consolidar a Delegação Dependente de Angola e São Tomé e Príncipe
(para melhorar o atendimento
pessoal dos membros da Província, facilitar a coesão das comunidades dessa
zona e promover o seu serviço apostólico na Igreja tendo em conta as
especificidades da cultura africana)
|
Acções
e compromissos |
Tempo |
Responsáveis |
|
a)
Elaborar um Estatuto. |
Maio 2007 |
Governo Provincial |
|
b)
Solicitar a erecção da Delegação ao Governo Geral e a aprovação dos
Estatutos. |
Setembro 2007 |
Governo Provincial |
|
c)
Realizar uma sondagem escrita para o Governo da Delegação. |
Outubro 2007 |
Superior Provincial |
|
d)
Executar o decreto de constituição e os Estatutos aprovados, nomear
o Governo da Delegação e anunciar a sua tomada de posse. |
Dezembro 2007 Janeiro 2008 |
Superior Provincial |
|
e)
Reunir a Assembleia da Delegação de Angola e São Tomé e aí
apresentar o plano de acção do governo da Delegação. |
Data a combinar |
Superior Provincial e
Governo da Delegação
|
|
f)
Acompanhar a consolidação da Delegação e auxiliar o Governo da
Delegação a definir prioridades e responder aos desafios da
sociedade e da Igreja nas comunidades da Delegação. |
2008-2010 |
Superior Provincial e
Governo Provincial |
|
g)
Ver possibilidade de fundar no Huambo (AFC 8.6) - Cf. Estatuto da
Delegação, 4.8.
Colaborar com a Congregação em Moçambique e noutras áreas
geográficas. |
2008-2010
Triénio |
Governo da Delegação
Governo Provincial
|
|
Avaliar o Estatuto (em vigor). |
Junho 2009 |
Governo Provincial Governo da Delegação |
2.
Espiritualidade Claretiana
Objectivo geral:
Acolher o dom de Deus e o dom dos
nossos irmãos; Chamar (reavivar o chamamento recebido, assumindo os
dinamismos comunitários e congregacionais); Formar, através de
esmerada formação inicial, permanente e especializada.
Objectivo específico:
1. Viver a vocação claretiana com entusiasmo como itinerário de realização
pessoal e comunitária.
|
Acções e compromissos |
Tempo |
Responsáveis
|
|
a)
Aproveitar retiros, assembleias e outras iniciativas para
conhecermos e interiorizarmos cada vez mais as nossas Constituições. |
Durante o triénio |
Prefeitura de Espiritualidade |
|
b)
Fazer, diariamente, memória explícita das mesmas no momento de
oração comunitária. |
Durante o triénio |
Superiores locais |
|
c)
Envidar todos os esforços para que todos os claretianos participem
activamente no(s) Retiro(s) anuais organizados a nível de Província
e no Retiro mensal da comunidade. |
Anual
Mensal |
Superior Provincial, Pref. de Espiritualidade, Superiores locais |
|
d)
No contexto do Bicentenário, fazer memória, actualizar, divulgar e
celebrar Claret, a fim de promovermos a identidade e a mística
claretianas, quer nas nossas comunidades quer nas nossas presenças
apostólicas. |
Ver programa próprio do Bicentenário
actualizado em
www.mcm.pt |
|
e)
Melhorar o ambiente das nossas comunidades cultivando as bases
humanas da nossa convivência, a presença nos momentos fundantes da
vida fraterna (oração, refeições, reunião comunitária...), o
trabalho coordenado e em equipa. |
Durante o triénio |
Governo Provincial, Superiores locais |
|
f)
Integrar estes e outros compromissos no Projecto Comunitário,
assumido, ou seja, elaborado, executado e avaliado, por todos os
membros da comunidade. |
Durante o triénio |
Superiores locais |
3.
Pastoral Juvenil Vocacional
e Formação
A – Pastoral vocacional
Objectivo geral:
Suscitar em cada pessoa e
comunidade da Província a consciência da sua responsabilidade a respeito das
vocações e estimulá-las ao compromisso na pastoral vocacional, segundo as
possibilidades de cada um e no âmbito do seu trabalho apostólico.
Objectivos específicos:
1. Consolidar o projecto de Pastoral
Juvenil Vocacional em curso em Portugal.
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
Colaborar com a Equipa de Pastoral Juvenil Vocacional na
implementação do Projecto de Pastoral Juvenil Vocacional da
Província e ajudar na efectivação da programação. |
Triénio |
Prefeito
de Formação e Pastoral Juvenil Vocacional |
2.
Estudar a melhor forma de criar um Secretariado de Pastoral
Juvenil Vocacional no âmbito da Delegação Dependente de Angola e S. Tomé e
Príncipe.
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
Elaborar o projecto de Pastoral Juvenil Vocacional da Delegação e
incentivar à programação anual. |
Triénio |
Prefeito de Formação e Pastoral Juvenil
Vocacional |
3. Cuidar e acompanhar as
pessoas que desejem viver a experiência de vida missionária ajudando-as a
responder conscientemente ao chamamento de Deus.
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
a)
Promover o acolhimento e acompanhamento vocacionais dos candidatos
para que, discernindo bem, melhor possam optar e decidir. |
Triénio |
|
|
b)
Levar a cabo uma selecção de qualidade, atenta e cuidadosa dos
candidatos a claretianos. |
Triénio |
|
B – Formação inicial
Objectivo:
Proporcionar aos formandos, segundo a etapa em que se encontrem, uma
esmerada formação humana, cristã e claretiana.
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
a)
Elaborar o Plano Provincial de Formação.
|
Triénio |
Prefeito de Formação e Pastoral Juvenil
Vocacional |
|
b)
Constituir e dinamizar o Conselho de Formação e Pastoral Juvenil
Vocacional em Portugal e na Delegação. |
Triénio |
Prefeito de Formação e Pastoral Juvenil
Vocacional |
|
c)
Incentivar a programação anual em cada centro formativo.
|
Triénio |
Prefeito de Formação e Pastoral Juvenil
Vocacional
Superior Delegado |
|
d)
Acompanhar e ajudar os formadores no desempenho das suas funções e
promover a sua formação participando em encontros, cursos etc. |
Triénio |
Prefeito de Formação e Pastoral Juvenil
Vocacional |
4.
Apostolado, Justiça e Paz
Objectivo geral:
Imprimir novo
impulso às opções claretianas por uma evangelização profética, inculturada,
libertadora, na perspectiva dos pobres,
multiplicadora de novos agentes de evangelização e com eles partilhada (C
46s, Dir 110 ss).
Objectivos específicos:
1.
ACOLHER, através de
atitudes pessoais e de estruturas e processos de acolhimento.
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
a) Promover
iniciativas criativas de acolhimento em relação muitas “ovelhas”
do rebanho que andam por outros apriscos que não a Igreja , indo ao
seu encontro, interpelando os leigos à missão de serem “fermento” do
Reino. |
Triénio |
|
|
b) Prestar uma grande
atenção à forma de acolher as pessoas que buscam a Paróquia para a
sua vida sacramental, a filhos pródigos regressados, a casais em
situações canónicas “irregulares, apostando na pastoral de “mediação
familiar”. |
Triénio |
|
2. FORMAR,
consciencializando as pessoas baptizadas sobre o papel activo de cada uma na
Igreja, para com elas servirmos mais eficazmente o Reino de Deus.
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
a) Promover a
organização sistemática de cursos de formação religiosa para
adultos, cultivando nos crentes com quem trabalhamos uma leitura
inculturada da Bíblia, através, designadamente, de uma melhor
interpretação dos textos de cada domingo. |
Triénio |
|
|
b) Prestar uma grande
atenção a todas as formas de utilização de meios de comunicação
social, incluindo um jornal paroquial online, para ir ao encontro de
quem connosco anda desencontrado, anunciando a Boa Nova, de forma
sugestiva que crie nas pessoas “curiosidade e abertura” à proposta
evangélica de Cristo. |
Triénio |
|
3. CHAMAR, convidando
explicitamente os destinatários da nossa missão a assumirem as suas
responsabilidades e a estarem abertos ao eventual apelo de Deus a uma
dedicação plena.
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
a) Investir muito e
de forma consistente no convite a acólitos/as para os interessar
pela vocação religiosa e sacerdotal, o mesmo acontecendo em relação
a propostas de “iniciativas de pastoral juvenil e vocacional
sedutoras” junto das escolas, universidades sediadas junto às nossas
plataformas de evangelização. |
Triénio |
|
|
b) Criar condições,
nas nossas comunidades paroquiais bem assim como nos centros de
culto que nos estão confiados, que nos permitam com coerência de
vida, convidar, como Jesus convidou, as pessoas para VIR E VER! |
Triénio |
|
4. ENVIAR, entusiasmando
para a Missão através o exemplo de vida e do anúncio da missão profética de
Claret, todos aqueles que se cruzarem no nosso caminhar apostólico,
convidando-os a “ser e fazer connosco”.
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
a) Aproveitar
momentos de reunião/festa, que se têm mantido activos junto dos
antigos seminaristas, de antigos alunos de colégios e associações de
pais, de forma a que aceitem dedicar-se a uma pastoral de causas,
tais como, a solidariedade, a promoção da justiça e da paz, a
animação de comunidades cristãs sem sacerdotes. |
Triénio |
|
|
b) Congregar todas as
pessoas com quem trabalhamos, muito especialmente os jovens, para
conhecerem melhor a pedagogia evangelizadora de S. António Maria
Claret e, sem excluir a sua participação noutros Movimentos de
Igreja, se associarem a nós para fazer também da JUVENTUDE
CLARETIANA um grande Movimento. |
Triénio |
|
5. SERVIR OS MAIS
NECESSITADOS (C 44), promovendo a solidariedade e a justiça social.
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
a) Buscar formas
criativas e eficazes que possam criar em todos os claretianos,
independentemente das plataformas de evangelização em que se
encontrem a trabalhar, uma maior consciência social e um mais atento
sentido de justiça e partilha, que se manifestem em projectos de
vida e acção. |
Triénio |
|
|
b) Dar a conhecer
projectos e actividades das Fundações Claret e Filos, de forma a
que, se alguém manifestar interesse em poder vir a criar um Núcleo
destas Fundações em Paróquias, Capelas Públicas, Colégios, o possa
fazer, dirigindo-se aos seus Responsáveis. |
Triénio |
|
5.
Economia
Objectivo Geral:
Viver em Província um modelo participativo de comunhão
de bens, para servir as pessoas e comunidades, e, para apoiar a nossa
missão.
Objectivos específicos:
1.
Maior solidariedade das comunidades com a
Administração Provincial e Geral, às quais compete levar a cabo a
distribuição equitativa e solidária dos bens.
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
a)
Visitar as comunidades. |
2008 |
Ecónomo Provincial |
|
b) Prever em orçamento e aumentar
anualmente uma % relativa à partilha com a Administração Provincial
(acompanhando o ritmo da inflação). |
2007-2010 |
Governo Provincial |
|
c) Promover novas fontes de
rendimento em cada comunidade e na Província, incentivando para o
autofinanciamento e para o rigor económico. |
2008-2010 |
Governo Provincial |
2. Maior rigor na elaboração e execução do Orçamento anual e balanços
semestrais.
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
a)
Prestar contas pessoais mensais de forma
cada vez mais clara. |
2008-2010 |
Ecónomo Provincial e
Comunidades |
|
b)
Partilhar com a comunidade as fontes de
receita pastorais e apostólicas. |
2008-2010 |
Ecónomo Provincial e
Comunidades |
|
c)
Informar mais e de forma mais
pormenorizada os orçamentos locais, actividades, obras, outras
acções e projectos. |
2008-2010 |
Ecónomo Provincial e
Comunidades |
3. Criar condições para o
autofinanciamento progressivo da Delegação Dependente de Angola e S. Tomé e
Príncipe (DDAST).
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
a)
Elaborar o Orçamento da Delegação,
integrando nele os orçamentos das comunidades e apresentar uns e
outros ao Gov. Provincial para sua aprovação (Est. 4.22). Deverá
incluir projecto missionário, formação permanente, encontros,
imprevistos, viagens; |
2008-2010 |
Governo Provincial,
Governo e Comunidades
da Delegação |
|
b)
Promover o
autofinanciamento económico da Delegação, através do trabalho, da
poupança, da transparente comunhão de bens, da gestão rigorosa, da
rendibilização do património e do investimento em actividades
produtivas (Est. 4.23); |
2008-2010 |
Governo e Comunidades
da Delegação |
|
c)
Elaborar projectos
em coordenação com a Procuradoria das Missões, para submeter a
aprovação e eventual apresentação a organizações internacionais, com
o devido conhecimento do Governo Provincial; |
2008-2010 |
Procuradoria das
Missões, Ecónomo Provincial,
Governo e Comunidades
da Delegação |
|
d)
Velar pela
conservação do património da Província na área da Delegação e
actualizar periodicamente o inventário. Tendo em conta as leis de
cada país fazer o respectivo registo de propriedade ou, no caso de
já existir, verificar a sua validade (Est. 4.24). |
2008-2010 |
Governo e Comunidades
da Delegação |
4. Desenvolver uma gestão
económica centralizada.
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
a)
Diálogo com Assessores (contabilistas,
informático,…) da Província em vista de uma gestão mais
informatizada, homogénea e real. |
2008 |
Ecónomo Provincial |
|
b)
Optimizar diversas áreas comuns da
Província (património, seguros, telefones, internet, viaturas…). |
2008-2009 |
Conselho Provincial de
Economia |
|
c)
Em visita às comunidades, ensaiar e
colocar em prática uma gestão mais centralizada. |
2010 |
Ecónomo Provincial
e Comunidades |
5. Activar o Conselho Provincial de Economia (CPE) e a
Procuradoria das Missões
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
a)
Constituir o CPE (2 ecónomos locais,
ecónomo provincial e assessores). |
2008 |
Governo Provincial |
|
b)
Espaço de reflexão e análise dos
projectos, orçamentos, construções, aplicações financeiras,… |
2008-2010 |
Conselho Provincial de
Economia |
|
c)
Procuradoria tem dupla função:
angariação de fundos e acção pastoral; |
2008-2010 |
Procuradoria das
Missões e Conselho Provincial
de Economia |
6. Executar obras
previstas.
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
a)
Centro formativo e residência
missionária de Arimba (Lubango). |
2008-2010 |
Governo Provincial
e Governo da Delegação |
|
b)
Acompanhar e promover o reembolso do
investimento feito no Santuário do Coração de Maria. |
2008-2010 |
Equipa do Santuário
e Conselho Provincial de Economia |
|
c)
Estudar nova presença no Huambo. |
2008-2010 |
Governo Provincial
e Governo da Delegação |
7.
Promover a justiça e a solidariedade com os mais necessitados.
|
Acções e compromissos
|
Tempo |
Responsáveis |
|
a)
Apoio financeiro ao Secretariado JPIC em
colaboração com as comunidades e paróquias no Bicentenário do
nascimento do P. Claret. |
2008-2010 |
Governo Provincial
e Comunidades |
|
b)
Apoiar outras instituições de
solidariedade social, especialmente os que são liderados por
membros da Província. |
2008-2010 |
Governo Provincial
e Comunidades |
|
c)
Atendimento dos doentes e idosos. |
2007-2010 |
Governo Provincial
e Comunidades |
|