Plano de Acção do Governo Provincial 2007-2010
Província Portuguesa da Congregação
dos Missionários do Coração de Maria
 

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Para que as conclusões do XI Capítulo Provincial dos Missionários Claretianos, “ACOLHER - FORMAR - CHAMAR” (AFC), publicadas no Communio n.º 255 (Julho- Agosto 2007), orientem as nossas decisões e, transversalmente, se tornem operativas nas diversas áreas de Governo e Prefeituras
 


Preâmbulo:

Queremos sentir-nos todos desafiados pelos verbos acolher, chamar, formar, ao longo deste triénio. Estas palavras de ordem valem, primeiramente, para nós, claretianos:

Acolher o dom de Deus e o dom dos nossos irmãos;
Chamar
(reavivar o chamamento recebido, assumindo os dinamismos comunitários e congregacionais);
Formar,
através de esmerada formação inicial, permanente e especializada.

Estas palavras de ordem também valem para todos os destinatários da nossa missão (paroquianos, alunos, colaboradores, jovens, imigrantes, pobres):
Acolher, através de atitudes pessoais e de estruturas e processos pastorais de acolhimento; Chamar, consciencializando-os sobre o seu lugar activo na Igreja;
Formá-los, para “com eles”, em missão partilhada, servirmos mais eficazmente o Reino de Deus.

 

1. Coordenação de Governo

Objectivo geral:

Coordenar as diversas áreas e iniciativas do Governo Provincial, de modo a responder qualificadamente aos desafios que se nos apresentam, tendo em conta a realidade da Província e as deliberações capitulares

Objectivos específicos:

1. Elaborar o Projecto Missionário da Província e nele corresponsabilizar todos os membros

 

Acções e compromissos

Tempo

Responsáveis

a) Constituir um grupo de trabalho que estude a realidade e apresente uma proposta.

2008

Superior Provincial

b) Envolver neste processo todas as comunidades e obras a nós confiadas:

·        Na visita às comunidades e obras

·        Retiros de comunidade

Triénio

Superior Provincial, Prefeitos e Coordenador do grupo de trabalho

 

Governo local

c) Reunir o Conselho Permanente.

25 Março 2008

Sempre que se justificar

Superior Provincial

d) Reunir a Assembleia Provincial para dialogar sobre a proposta do Projecto Missionário:

       . em Portugal

       . em Angola e São Tomé


 

Páscoa 2009

Junho
     2009            (no fim da visita canónica)

Superior Provincial

e) Adequar este Projecto às orientações do XXIV Capítulo Geral (Agosto 2009) e apresente-se esboço para o XII Capítulo Provincial (Páscoa 2010).

Out. - Nov. 2009

Dez. 2009 – Jan. 2010

 

 

 f) Proceder à revisão de posições, à luz dos seguintes critérios: qualidade de vida humana e espiritual dos Claretianos, necessidades locais, interculturalidade, missão na perspectiva dos pobres e dos excluídos, promotora de leigos compro-metidos e de novas vocações, especial-mente à Congregação [Cf. ACF 4.1]

 

·  Encontro das comunidades do Norte

·  Dialogar na zona do Cacém, Agualva e Mira-Sintra

·  Encontro das comunidades de Lisboa (Cúria Provincial e Colégio Universitário Pio XII) e Setúbal
 

Dialogar com os bispos diocesanos.

 Partilhar a missão com os leigos (AFC 5).

Reforçar a comunhão com as Missioná-rias de Santo António Maria Claret, com a Filiação Cordimariana e com outros agentes de evangelização (IMAG). 

 

Triénio

 

 

 

 
2007

2008

 

2009

Triénio

Triénio

Governo Provincial

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Responsáveis de Obras e Posições Apostólicas

2.      Criar e consolidar a Delegação Dependente de Angola e São Tomé e Príncipe (para melhorar o atendimento pessoal dos membros da Província, facilitar a coesão das comunidades dessa zona e promover o seu serviço apostólico na Igreja tendo em conta as especificidades da cultura africana)

 Acções e compromissos

Tempo

Responsáveis

 a) Elaborar um Estatuto.

 Maio 2007

 Governo Provincial

 b) Solicitar a erecção da Delegação ao Governo Geral e a aprovação dos Estatutos.

 Setembro 2007

 Governo Provincial

 

c) Realizar uma sondagem escrita para o Governo da Delegação.

 

Outubro 2007

 

Superior Provincial

 

d) Executar o decreto de constituição e os Estatutos aprovados, nomear o Governo da Delegação e anunciar a sua tomada de posse.

 

Dezembro 2007 Janeiro 2008

 

Superior Provincial

 

e) Reunir a Assembleia da Delegação de Angola e São Tomé e aí apresentar o plano de acção do governo da Delegação.

 

Data a combinar

 

Superior Provincial e

 

Governo da Delegação

 

 

f) Acompanhar a consolidação da Delegação e auxiliar o Governo da Delegação a definir prioridades e responder aos desafios da sociedade e da Igreja nas comunidades da Delegação.

 

2008-2010

 

Superior Provincial e

 

Governo Provincial

 

g) Ver possibilidade de fundar no Huambo (AFC 8.6) - Cf. Estatuto da Delegação, 4.8.

 

Colaborar com a Congregação em Moçambique e noutras áreas geográficas.

 

2008-2010

 
Triénio

 

Governo da Delegação


Governo Provincial

 

 Avaliar o Estatuto (em vigor).

 Junho 2009

 Governo Provincial Governo da Delegação

 

2. Espiritualidade Claretiana

Objectivo geral:

Acolher o dom de Deus e o dom dos nossos irmãos; Chamar (reavivar o chamamento recebido, assumindo os dinamismos comunitários e congregacionais); Formar, através de esmerada formação inicial, permanente e especializada.

 

Objectivo específico:

1. Viver a vocação claretiana com entusiasmo como itinerário de realização pessoal e comunitária.

 Acções e compromissos

 Tempo

Responsáveis

 a) Aproveitar retiros, assembleias e outras iniciativas para conhecermos e interiorizarmos cada vez mais as nossas Constituições.

Durante o triénio

Prefeitura de Espiritualidade

 b) Fazer, diariamente, memória explícita das mesmas no momento de oração comunitária.

Durante o triénio

Superiores locais

 c) Envidar todos os esforços para que todos os claretianos participem activamente no(s) Retiro(s) anuais organizados a nível de Província e no Retiro mensal da comunidade.

 Anual

 

Mensal

 Superior Provincial, Pref. de Espiritualidade, Superiores locais

 d) No contexto do Bicentenário, fazer memória, actualizar, divulgar e celebrar Claret, a fim de promovermos a identidade e a mística claretianas, quer nas nossas comunidades quer nas nossas presenças apostólicas.

 

Ver programa próprio do Bicentenário actualizado em www.mcm.pt

 e) Melhorar o ambiente das nossas comunidades cultivando as bases humanas da nossa convivência, a presença nos momentos fundantes da vida fraterna (oração, refeições, reunião comunitária...), o trabalho coordenado e em equipa.

Durante o triénio

 Governo Provincial, Superiores locais

 f) Integrar estes e outros compromissos no Projecto Comunitário, assumido, ou seja, elaborado, executado e avaliado, por todos os membros da comunidade.

 Durante o triénio

Superiores locais

 

                3. Pastoral Juvenil Vocacional
                   e Formação

A – Pastoral vocacional

Objectivo geral:

Suscitar em cada pessoa e comunidade da Província a consciência da sua responsabilidade a respeito das vocações e estimulá-las ao compromisso na pastoral vocacional, segundo as possibilidades de cada um e no âmbito do seu trabalho apostólico.

Objectivos específicos:

1. Consolidar o projecto de Pastoral Juvenil Vocacional em curso em Portugal.

 Acções e compromissos  

 Tempo

 Responsáveis

 Colaborar com a Equipa de Pastoral Juvenil Vocacional na implementação do Projecto de Pastoral Juvenil Vocacional da Província e ajudar na efectivação da programação.

 Triénio

 Prefeito de Formação e Pastoral Juvenil Vocacional

2. Estudar a melhor forma de criar um Secretariado de Pastoral Juvenil Vocacional no âmbito da Delegação Dependente de Angola e S. Tomé e Príncipe.

 Acções e compromissos  

 Tempo

 Responsáveis

 Elaborar o projecto de Pastoral Juvenil Vocacional da Delegação e incentivar à programação anual.

Triénio

Prefeito de Formação e Pastoral Juvenil Vocacional

3. Cuidar e acompanhar as pessoas que desejem viver a experiência de vida missionária ajudando-as a responder conscientemente ao chamamento de Deus.

 Acções e compromissos  

 Tempo

 Responsáveis

 a) Promover o acolhimento e acompanhamento vocacionais dos candidatos para que, discernindo bem, melhor possam optar e decidir.

 Triénio

  

 

 b) Levar a cabo uma selecção de qualidade, atenta e cuidadosa dos candidatos a claretianos.

 Triénio

 

 

B – Formação inicial

Objectivo: Proporcionar aos formandos, segundo a etapa em que se encontrem, uma esmerada formação humana, cristã e claretiana.

Acções e compromissos  

Tempo

Responsáveis

 a) Elaborar o Plano Provincial de Formação.

 

Triénio

Prefeito de Formação e Pastoral Juvenil Vocacional

 b) Constituir e dinamizar o Conselho de Formação e Pastoral Juvenil Vocacional em Portugal e na Delegação.

 Triénio

Prefeito de Formação e Pastoral Juvenil Vocacional

 c) Incentivar a programação anual em cada centro formativo.

 

Triénio

Prefeito de Formação e Pastoral Juvenil Vocacional

Superior Delegado

 d) Acompanhar e ajudar os formadores no desempenho das suas funções e promover a sua formação participando em encontros, cursos etc.

 Triénio

Prefeito de Formação e Pastoral Juvenil Vocacional

 

4. Apostolado, Justiça e Paz

Objectivo geral: Imprimir novo impulso às opções claretianas por uma evangelização profética, inculturada, libertadora, na perspectiva dos pobres, multiplicadora de novos agentes de evangelização e com eles partilhada (C 46s, Dir 110 ss).

Objectivos específicos:

 1. ACOLHER, através de atitudes pessoais e de estruturas e processos de acolhimento.

Acções e compromissos  

Tempo

Responsáveis

a) Promover iniciativas criativas de  acolhimento  em relação muitas “ovelhas” do rebanho que andam por outros apriscos que não a Igreja , indo ao seu encontro, interpelando os leigos à missão de serem “fermento” do Reino.

Triénio

 

b) Prestar uma grande atenção à forma de acolher as pessoas que buscam a Paróquia para a sua vida sacramental, a filhos pródigos regressados, a casais em situações canónicas “irregulares, apostando na pastoral de “mediação familiar”.

Triénio

 

 

2. FORMAR, consciencializando as pessoas baptizadas sobre o papel activo de cada uma na Igreja, para com elas servirmos mais eficazmente o Reino de Deus.

Acções e compromissos       

Tempo

Responsáveis

a) Promover a organização sistemática de cursos de formação religiosa para adultos, cultivando nos crentes com quem trabalhamos uma leitura inculturada da Bíblia, através, designadamente, de uma melhor interpretação dos textos de cada domingo.

Triénio

 

b) Prestar uma grande atenção a todas as formas de utilização de meios de comunicação social, incluindo um jornal paroquial online, para ir ao encontro de quem connosco anda desencontrado, anunciando a Boa Nova, de forma sugestiva que crie nas pessoas “curiosidade e abertura” à proposta evangélica de Cristo.

Triénio

 

3. CHAMAR, convidando explicitamente os destinatários da nossa missão a assumirem as suas responsabilidades e a estarem abertos ao eventual apelo de Deus a uma dedicação plena.

Acções e compromissos           

Tempo

Responsáveis

a) Investir muito e de forma consistente no convite a acólitos/as para os interessar pela vocação religiosa e sacerdotal, o mesmo acontecendo em relação a propostas de “iniciativas de pastoral juvenil e vocacional sedutoras” junto das escolas, universidades sediadas junto às nossas plataformas de evangelização.

Triénio

 

b) Criar condições, nas nossas comunidades paroquiais bem assim como nos centros de culto que nos estão confiados, que nos permitam com coerência de vida, convidar, como Jesus convidou, as pessoas para VIR E VER!

Triénio

 

4. ENVIAR, entusiasmando para a Missão através o exemplo de vida e do anúncio da missão profética de Claret, todos aqueles que se cruzarem no nosso caminhar apostólico, convidando-os a “ser e fazer connosco”.

Acções e compromissos           

Tempo

Responsáveis

a) Aproveitar momentos de reunião/festa, que se têm mantido activos junto dos antigos seminaristas, de antigos alunos de colégios e associações de pais, de forma a que aceitem dedicar-se a uma pastoral de causas, tais como, a solidariedade, a promoção da justiça e da paz, a animação de comunidades cristãs sem sacerdotes.

Triénio

 

b) Congregar todas as pessoas com quem trabalhamos, muito especialmente os jovens, para conhecerem melhor a pedagogia evangelizadora de S. António Maria Claret e, sem excluir a sua participação noutros Movimentos de Igreja, se associarem a nós para fazer também da JUVENTUDE CLARETIANA um grande Movimento.

Triénio

 

5. SERVIR OS MAIS NECESSITADOS (C 44), promovendo a solidariedade e a justiça social.

Acções e compromissos           

Tempo

Responsáveis

a) Buscar formas criativas e eficazes que possam criar em todos os claretianos, independentemente das plataformas de evangelização em que se encontrem a trabalhar, uma maior consciência social e um mais atento sentido de justiça e partilha, que se manifestem em projectos de vida e acção.

Triénio

 

b) Dar a conhecer projectos e actividades das Fundações Claret e Filos, de forma a que, se alguém manifestar interesse em poder vir a criar um Núcleo destas Fundações em Paróquias, Capelas Públicas, Colégios, o possa fazer, dirigindo-se aos seus Responsáveis.

Triénio

 

 

5. Economia

Objectivo Geral:

Viver em Província um modelo participativo de comunhão de bens, para servir as pessoas e comunidades, e, para apoiar a nossa missão.

Objectivos específicos:

1.      Maior solidariedade das comunidades com a Administração Provincial e Geral, às quais compete levar a cabo a distribuição equitativa e solidária dos bens.

Acções e compromissos           

Tempo

Responsáveis

 a)         Visitar as comunidades.

2008

Ecónomo Provincial

 b) Prever em orçamento e aumentar anualmente uma % relativa à partilha com a Administração Provincial (acompanhando o ritmo da inflação).

2007-2010

Governo Provincial

 c) Promover novas fontes de rendimento em cada comunidade e na Província, incentivando para o autofinanciamento e para o rigor económico.

2008-2010

Governo Provincial


2. Maior rigor na elaboração e execução do Orçamento anual e balanços semestrais.
 

Acções e compromissos           

Tempo

Responsáveis

 a)         Prestar contas pessoais mensais de forma cada vez mais clara.

2008-2010

Ecónomo Provincial e Comunidades

 b)         Partilhar com a comunidade as fontes de receita pastorais e apostólicas.

2008-2010

Ecónomo Provincial e Comunidades

 c)         Informar mais e de forma mais pormenorizada os orçamentos locais, actividades, obras, outras acções e projectos.

2008-2010

Ecónomo Provincial e Comunidades

 

3. Criar condições para o autofinanciamento progressivo da Delegação Dependente de Angola e S. Tomé e Príncipe (DDAST).
 

Acções e compromissos           

Tempo

Responsáveis

 a)         Elaborar o Orçamento da Delegação, integrando nele os orçamentos das comunidades e apresentar uns e outros ao Gov. Provincial para sua aprovação (Est. 4.22). Deverá incluir projecto missionário, formação permanente, encontros, imprevistos, viagens;

2008-2010

Governo Provincial, Governo e Comunidades

da Delegação

 b)       Promover o autofinanciamento económico da Delegação, através do trabalho, da poupança, da transparente comunhão de bens, da gestão rigorosa, da rendibilização do património e do investimento em actividades produtivas (Est. 4.23);

2008-2010

Governo e Comunidades

da Delegação

 c)         Elaborar projectos em coordenação com a Procuradoria das Missões, para submeter a aprovação e eventual apresentação a organizações internacionais, com o devido conhecimento do Governo Provincial;

2008-2010

Procuradoria das Missões, Ecónomo Provincial,

Governo e Comunidades da Delegação

 d)         Velar pela conservação do património da Província na área da Delegação e actualizar periodicamente o inventário. Tendo em conta as leis de cada país fazer o respectivo registo de propriedade ou, no caso de já existir, verificar a sua validade (Est. 4.24).

2008-2010

Governo e Comunidades da Delegação

 

4. Desenvolver uma gestão económica centralizada.
 

Acções e compromissos           

Tempo

Responsáveis

 a)         Diálogo com Assessores (contabilistas, informático,…) da Província em vista de uma gestão mais informatizada, homogénea e real.

2008

Ecónomo Provincial

 b)         Optimizar diversas áreas comuns da Província (património, seguros, telefones, internet, viaturas…).

2008-2009

Conselho Provincial de Economia

 c)         Em visita às comunidades, ensaiar e colocar em prática uma gestão mais centralizada.

2010

Ecónomo Provincial

e Comunidades

5. Activar o Conselho Provincial de Economia (CPE) e a Procuradoria das Missões
 

Acções e compromissos           

Tempo

Responsáveis

 a)         Constituir o CPE (2 ecónomos locais, ecónomo provincial e assessores).

2008

Governo Provincial

 b)         Espaço de reflexão e análise dos projectos, orçamentos, construções, aplicações financeiras,…

2008-2010

Conselho Provincial de Economia

 c) Procuradoria tem dupla função: angariação de fundos e acção pastoral;

2008-2010

Procuradoria das Missões e Conselho Provincial

de Economia

  6. Executar obras previstas.

Acções e compromissos           

Tempo

Responsáveis

 a)         Centro formativo e residência missionária de Arimba (Lubango).

2008-2010

Governo Provincial

e Governo da Delegação

 b)         Acompanhar e promover o reembolso do investimento feito no Santuário do Coração de Maria.

2008-2010

Equipa do Santuário
e Conselho Provincial de Economia

 c)         Estudar nova presença no Huambo.

2008-2010

Governo Provincial

e Governo da Delegação

 7. Promover a justiça e a solidariedade com os mais necessitados.

Acções e compromissos           

Tempo

Responsáveis

a)     Apoio financeiro ao Secretariado JPIC em colaboração com as comunidades e paróquias no Bicentenário do nascimento do P. Claret.

2008-2010

Governo Provincial
e Comunidades

 b)     Apoiar outras instituições de solidariedade social, especialmente os que são liderados por membros da Província.

2008-2010

Governo Provincial
e Comunidades

 c)     Atendimento dos doentes e idosos.

2007-2010

Governo Provincial
e Comunidades


 

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