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Excelência Reverendíssima Dom Damião Franklim, Arcebispo de Luanda
Excelência Senhor Padre Josep Abella, Superior Geral dos Missionários
Claretianos
Excelentísssimo Padre Artur Teixeira, Superior Provincial dos Missionários
Claretianos da Província Portuguesa
Reverendíssimos Senhores Padres Seculares e Religiosos
Benignas e Estimadas Irmãs
Caríssimos Convidados e Convidadas
Prezados Amigos e Amigas
Augusto e Santo povo de Deus
«Eu Te bendigo ó Pai,
Senhor do Céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e aos
inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai porque isso foi do
teu agrado» ( Mt 11,25-26).

A felicidade, a alegria e
a emoção que sentimos e partilhamos convosco, neste dia, levam-nos à
incapacidade de nos mantermos silenciosos e indiferentes, terminar esta
celebração sem dizer o nosso agradecimento a todos vós e a cada um
pessoalmente. Aliás, ingratos seríamos nós se não o fizessemos.
Hoje somos sacerdotes de
Jesus Cristo não por nosso mérito, mas somo-lo, de facto, pela graça de Deus
(cf. 1Cor 15,10), que nos chamou e nos escolheu no meio do seu povo, para
fazer de nós partícipes do seu Mistério Redentor e arautos da sua missão
profética para sermos vida dos sem vida, esperança dos sem esperança, voz
dos sem voz e alívio para os que estão cansados e oprimidos, como o afirma
S. Mateus 11,28-30 «Vinde a Mim, todos vós que estais cansados e oprimidos,
e aliviar-vos-ei. Tomai sobre vós o Meu jugo, e aprendei de mim, que sou
manso e humilde de coração, e achareis alívio para as vossas almas, pois o
Meu jugo é suave e o fardo é leve. Por isso, hoje, temos razões de dizer que
o nosso Deus é Santo porque n’Ele tudo se torna uma graça e, esta graça
acompanhar-nos-á todos dias da nossa vida (cf. Sal 23,6); o nosso Deus é
forte porque escolhe o que é louco e escandaloso no mundo para confundir os
sábios; e o que é fraco para confundir os fortes (cf. 1Cor 1,18-31).

A contribuição e o esforço
que cada um de vós foi semeando em nós e foi dando, directa ou
indirectamente, na nossa caminhada vocacional e formativa, sob a protecção
de Santo António Maria Claret, foram, são e serão necessários e
indispensáveis nessa caminhada que só terminará um dia quando estivermos
junto de Deus a saborear as alegrias eternas.
Continuai, pois,
ajudar-nos a sermos fiéis porque vós sois testemunhas da nossa consagração e
doação total a Deus através da ordem sacerdotal. E, nós, conscientes dos
desafios que nos esperam, procuraremos sermos luz na escuridão, alegria e
felicidade na desolação e na angústia, harmonia na discórdia e paz na
turbulência; e procuraremos sermos fiéis e felizes porque o Senhor nos
seduziu e nós nos deixamos seduzir por Ele (cf. Jer 20,7).

Para terminar agradecemos
a Deus pelo dom da vida e da vocação que nos concedeu.
Ao Senhor Arcebispo que
aceitou presidir e nos ordenar durante esta celebração a nossa sincera
gratidão.
A vós convidados e
convidadas, amigos e amigas, benfeitores e benfeitoras a vossa presença
prolonga a nossa alegria, a vós vai o nosso muito Obrigado.
A vós padres que viestes,
para testumunhar esse acontecimento, a nossa eterna gratidão.
Às Comuidades Religiosas
vai o nosso sincero Obrigado.
À Comunidade Paroquial do
Imaculado Coração de Maria, de modo especial o grupo coral e a toda
Comunidade Cristã de S. Tomé e Príncipe, vai todo nosso profundo
reconhecimento.
A todos os Missionários
Claretianos espalhados pelo mundo na pessoa do Superior Geral e de modo
particular os da Província Portuguesa, na pessoa do Superior Provincial, vai
o nosso profundo agradecimento.
A vós todos que viestes
partilhar connosco este momento tão profundo e tão significativo na nossa
vida, o nosso sincero agradecimento pela vossa presença e Deus vos abençoe.
Aos nossos pais e
familiares por nos terem educado na fé de Cristo Ressuscitado, eterna e
imensa gratidão.
Twapandula tchalwa,
tuasakidila, Matondo, Dêçú paga bô, merci beaucoup, thank you very much,
muito Obrigado.
Luanda, a 15 de Junho de 2008
Padre Inácio Kahamba, cmf
Padre Ezequiel Quintas Kateve Sabino Patesi, cmf |