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Jornada de reflexão dos Jovens da
Pastoral Juvenil Claretiana
20 a 21 de Dezembro de 2008
Madre de Deus (Casa dos Missionários
Claretianos) Telefone: 221477
A Sagrada Escritura, na vida de Santo António Maria Claret
Santo António Maria Claret era uma
pessoa religiosa, que tinha profunda devoção a Nossa Senhora. Para ele, a
Sagrada Escritura constituía uma forma privilegiada para chegar a Deus. A
Bíblia indicava o caminho da salvação e da libertação: isto é, Cristo.
No dia 20 de Dezembro de 2008, os
jovens da pastoral juvenil claretiana reflectiram sobre a Sagrada Escritura.
Falaram um pouco da Bíblia e de Santo António Maria Claret.
Santo António Maria Claret nasceu a 23
de Dezembro de 1807, em Sallent, província de Barcelona, Espanha. Foi
ordenado sacerdote no dia 7 de Junho de 1835. Fundou a Congregação dos
Missionários claretianos a 16 de Julho de 1849 e morreu a 24 de Outubro de
1870, em França. Foi canonizado a 7 de Maio de 1950.
Um pouco mais tarde, debateu-se o
papel da Bíblia, sob a orientação do Pe. Miguel Gomes, que animou toda a
jornada.
1º- A Bíblia é o caminho para descobrir a Deus
Muitas vezes consideramos os
obstáculos como um perigo para a nossa vida. Estamos errados: temos de os
ver como uma barreira a ultrapassar. Muitas pessoas situam o dinheiro, o
prazer e o poder em primeiro lugar, esquecendo-se de colocar Deus no lugar
que lhe pertence. Somos convidados a ir ao encontro de Deus, e não dos
deuses. Não podemos ver a Bíblia como um livro de negócios ou um ídolo, mas
sim como um caminho que nos conduz à verdade.
2ºA Bíblia indica o caminho a seguir rumo à felicidade
A Bíblia é um veículo de transmissão
para chegar à felicidade, mas a opção final é nossa. Nós somos livres de
escolher o caminho a seguir, o caminho do bem e o caminho do mal, mas a
opção e decisão são sempre nossas.
3ºA Bíblia alimenta e constrói a comunidade
A Bíblia ensina-nos o caminho, a
verdade e a vida, isto é, esclarece-nos sobre quem é Jesus.
Temos que nos libertar do mal e de nos
abrir a Deus; de entrar e estar em comunhão com os outros. É na comunidade,
onde vamos encontrar as barreiras a ultrapassar. É na comunidade, onde vamos
encontrar pessoas ansiosas pela libertação e salvação, para as podermos
encaminhar pela senda da verdade, que é o caminho de Jesus.
4º A Bíblia é a salvação e libertação
A palavra de Deus torna-nos
construtores de um mundo novo.
Ela leva-nos ao encontro com Deus. A
nossa vida será uma vida de testemunho. A palavra de Deus é para aprender e
pôr em prática. Não se destina a gerar confusão com os outros irmãos.
Depois desta explicação sobre a
Bíblia, fez-se uma pausa, para se reflectir sobre o tema ventilado. De
seguida, procedeu-se a um trabalho pessoal: cada um procurou dar resposta a
uma pergunta. Mais tarde, realizou-se uma reflexão em grupo. Finalizou a
jornada, com a oração na capela do Seminário Claretiano. Aí cada um
agradeceu a Deus a força e a alegria de do trabalho conjunto. Em seguida,
todos presentes avançaram para um almoço partilhado.
Por volta das 14,30, fez-se a
apresentação do trabalho de grupo, com o P. Miguel. Cada grupo explanou o
que conseguira apreender, ou seja, aquilo que ficou na mente e no coração.
Encerraram-se os trabalhos, na
perspectiva de serem continuados no dia seguinte.
No domingo, 21 do mesmo mês, o dia
começou com uma oração orientada pela Irmã Deolinda (Mizé), Teresiana. Ela
elaborou um resumo do dia anterior, terminando com um cântico. Depois disso,
abriu-se a sessão, onde cada um falou e expôs tudo aquilo que achou
pertinente. Ao meio-dia, realizou-se o almoço e, durante ele, cada um
colocou sobre a mesa o farnel que tinha trazido. Prosseguiu-se depois com
pequeno debate sob orientação do P. Ezequiel, onde se elucidaram algumas
dúvidas dos membros da assembleia.
A conclusão a extrair é de que a
Bíblia possui um valor enorme, pois nos ensina a dar testemunho de Jesus
Cristo e nos indica o caminho, a verdade e a vida. Fez-nos descobrir que
estamos comprometidos com Deus. Deus é o mistério mais importante e
revelador da nossa vida. A Bíblia é um livro do presente, porque o nosso
Deus é um Deus que nunca nos abandona e a sua palavra é permanente e
actual.
São Tomé, 17 de Janeiro de 2009
Danilza da Conceição dos Ramos Cunha |